quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Matarei e morrerei em nome da Religião!

Essa semana um soldado maluco, com nome árabe, entrou na Base Militar mais segura e importante do mundo, em Fort Hood, Texas, EUA, e matou 13 soldados compatriotas, além de ferir outros 31. E o mais curioso, é que o soldado que saiu disparando trabalhava na área da psiquiatria do quartel, compreensível sua atitude, certo?
Curiosamente o Centro Militar atacado é o mais seguro do mundo, mas vamos reformular esse rótulo, a Base de Fort Hood é a mais segura no quesito invasão, agora não existe jeito de prevenir um ataque interno como esse.
O óbvio dessa fatalidade e que já era esperado é que o atirador fosse árabe, descendente, ou com qualquer coisa ligada com aqueles lados do pessoal que gosta de se explodir.
O Major Nidal Malik Hasan tinha sido escalado para ir pro Front no Iraque, o que teria estimulado essa matança, a cerca de um ano e meio ele teria dito a alguns colegas de farda, que o exército dos EUA deveria liberar os muçulmanos que não queriam lutar na guerra por conta de objeções de consciência, de acordo com ele isso diminuiria os efeitos adversos.
Soldados e civis presentes na hora do intenso tiroteio disseram que o Major Psiquiatra Nidal antes de abrir fogo contra toda a galera presente no setor de exames da Base teria gritado “Allahu akbar” (Deus é grande!).
E ainda mais curioso e irresponsável da parte da área de Inteligência Militar de não ter investigado, é o fato de que Malik Hasan mantinha contato com Anwar al-Awlaki, um ferrenho clérico Anti-EUA no lêmen que simpatizava com a Al-Quaeda. Esse clérico teve contato a pouco tempo com 2 dos terroristas do 11 de Setembro, e Segunda-Feira em seu site elogiou o Major Nidal Malik Hasan o qualificando como herói por ter tirado
a vida de 13 pessoas na Base de Fort Hood.
A lógica desse raciocínio é fácil. A diferença de um Árabe para um Americano é a velocidade.
Um é frio e calculista, já para o outro o importante é fazer estrago!
Com essas características não precisa dizer quem é quem, mas...
O Americano jamais entraria no quartel e mataria diversos rapidamente. O Americano é um matador frio e sem pressa. É um verdadeiro Serial-Killer. Não gosta de ser conhecido, reconhecido e de barulho, é discreto e continuo. Não mata todos de uma vez, o americano vai curtindo, vai matando aos poucos, escondendo os corpos, bolando quem será a próxima vítima e como será a execução, precisa e sem pistas.
Já o Árabe é a ejaculação precoce. Pra ele o importante é somar, é o típico micareteiro. Não se importa com planos e estratégia, pra ele o que conta é a quantidade. Tanto faz o lugar, as pessoas e o motivo, na verdade o motivo é sempre o mesmo, ir para o Paraíso com as Virgens, balela! Existe variações do Árabe, existe o clássico e mais prático Homem-Bomba que não requer precisão com armas, velocidade e agilidade, qualquer imbecil consegue ser um Homem-Bomba, basta só ter um dedo para apertar o botão da bomba, e esperar o momento certo, mas lembrem-se, Árabes são ansiosos, então alguns se explodem antes da hora, ai o estrago é menor, e o numero de Virgens também. E existe uma outra linha que vem crescendo que são os malucos que entram atirando em todos que aparecem na sua frente, esses ainda não receberam um nome, mas podem-se chamar Fast Serial Killer. Existe uma mini variação nesse segmento, os que se matam e os que ficam vivos para contar história. Esse outro segmento de árabes requer algumas habilidades, como: saber atirar, ter uma velocidade, uma agilidade e técnicas de guerrilha, afinal vai se movimentar e atirar em muita gente, e em alguns casos essas vítimas também estão armadas. O que não dá para entender é o porquê de alguns quererem ficar vivos. Já que o intuito não é chegar no Paraíso logo para ganhar as meninas puras? Seria os que preferem ficar vivos boiolas?
Não serei hipócrita ao não escrever isso, e dizer que isso foi uma fatalidade e que ele era perturbado. Então metade daquela população é retardada? Isso ocorre com frequência por lá, a diferença é que ninguém noticia isso por ser um fato normal e todos já estarem acostumados, a diferença desse acontecimento nos EUA para os diários no Paquistão, Iraque ou Palestina é que esse aconteceu dentro de uma das mais importantes Bases Militares do mundo, isso eleva o atirador para um patamar mais alto em relação aos outros atiradores, afinal ele fez um estrago em um lugar mais difícil de conseguir essa proeza.
Justificam essa imbecilidade feita dizendo que foi por Alá, e que foi em nome da sua religião e isso e aquilo. Virou uma comodidade, todos os idiotas que entram em algum lugar atirando ou se explodem matando diversas pessoas inocentes alegam que foi em nome da sua religião, isso é história pra contornar o problema. Essa religião com princípios completamente imbecis está matando milhares de pessoas, com o intuito de agradar Alá e chegar no céu com suas Virgens? Quem é o imbecil que acredita em princípios como esses? “Ah, mais é porque eles não gostam dos EUA, os Americanos os prejudicaram e a vida deles com as guerras e tudo mais”. Quer dizer então que eu devo matar o Lula e alguns políticos por não gostar deles e por terem feito a minha vida mais difícil? Ou então matar o Zezinho da esquina por não gostar dele? Isso não existe!
Acreditar nesses princípios e os seguir cegamente é coisa de gente fraca, com cabeça fraca.
Mas o que esperar de pessoas que se matam uns aos outros todo os dias para disputar um pedaço (pedação, diga-se de passagem) de terra que dizem ser sagrada? A disputa naquele miolo do Oriente Médio é complexa, fica para outro artigo.
Novamente baterei na tecla do hipocrisismo, lerão isso aqui e falarão e falarão que não é assim, que estou generalizando, que sou irresponsável e isso e aquilo. Na verdade muitos pensam assim ou pelo menos em partes, a única diferença é que botei a cara e escrevi isso. O que não dá mais é ficarmos cegos e surdos para tudo isso que está acontecendo. Alguém tem que dar um basta nisso, pois morrer em nome de Alá não é religioso, é doentio!

6 comentários:

  1. Oi FE
    Estou adorando seus artigos,não só como Avô, o que seria facil, Avo é Avo né, to aguardando o proximo. E.Tempo o das Velhinha está otimo, posso sentir o problema na Drogaria Sao Paulo, após a proibiçao dos BINGOs, aumento a venda de Aspirina, e remedio pra Osteoporose, elas nao tem mais como fazer exercicios beijao do Vo Theo

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  2. voce é sensacional urso! espero pelo dia em que voce vai ser da polícia e essas coisas nao vão mais acontecer...hahaha

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  3. Que o ser sagrado perdoe-me, mas pelo amor de Deus. Que monte de merda desnecessária. Comentários irônicos fracos e na maioria das vezes com pouca ligação ao assunto, só com uma tentativa de criar risos juvenis. Fora que os temas perdem para os de revistas como 'tititi'. E por favor, mudem o nome do blog. Quando se lê, parece 'Honesto Ereto'. Sente-se uma certa tentativa de conotação. E que se for existente, só passar despercebido pela pobreza gritante em cultura do seu site.
    Valeu.

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  4. E pra não falarem que o povo brasileiro só reclama, tentarei dar uma dica. Afinal, as criticas construtivas são as que ajudam a melhorar, certo? Aí vai: leiam mais. As coisas que escrevem (ou escreve, não me dei o trabalho de saber se os dois escrevem) têm uma precisão que nem a g1.com tem. Realmente escrever como o soldado americano pensa para matar foi quase, poético. Sei que o objetivo desse blog não é ser formal, mas creio que ignorância não faz parte do processo seletivo "Honesto Ereto" (isso sim que é sarcasmo, 'belê'?). Qualquer coisa vocês podem fechar esse lixo e começar a escrever para aqueles jornais que se ganha nos cruzamentos da Av. Ibirapuera. Sabe? Pra conseguir um pouco de experiência nesse negócio de escrever.
    Valeu de novo.

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  5. Curti, Lu! E concordo com vc, é uma imbecilidade total matar em nome de um deus ou nome da terra santa. Ela está banhada de sangue, de santa já não sobrou mais nada =/. Tenso!

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